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Piadas, críticas e histórias para encher a sua paciência!
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Archive for ‘Português’ Category
1. Ensino de matemática em 1950: 2. Ensino de matemática em 1970:
4. Ensino de matemática em 1990: 5.. Ensino de matemática em 2000: ( )SIM ( ) NÃO 6. Ensino de matemática em 2009:
7. Em 2010 vai ser assim: Uma freira faz sinal para um táxi parar. Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela: - Por que você me olha assim? Ele explica: Eu Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida… Ela responde: - Meu filho, sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo. A freira: - Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: primeiro, você tem que ser solteiro, vascaino e também católico. O taxista fica entusiasmado: - Sim, sou solteiro, vascaino desde criancinha e até sou católico também! A freira olha pela janela do táxi e diz: - Então, pare o carro ali na próxima travessa. O carro para na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca daqueles de cinema. - Meu filho – diz a freira – Porque é que está chorando? A freira conforta-o: - Deixa pra lá. Estou a caminho de uma festa a fantasia, sou travesti, me chamo Alfredo e torço pro Flamengo! Perguntaram ao Joaquim: - Joaquim, você gosta de mulher com muito seio? - Não, não! Pra mim dois só já basta…
“Ladrão processa vítima por lesões corporais Estado de Minas / Gerais – 08/11/08 Juiz considera ‘uma afronta ao Judiciário’ ação que assaltante moveu contra comerciante dono de padaria, por ter levado surra ao tentar roubar estabelecimento em Belo Horizonte Uma ação em tramitação no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, leva às últimas conseqüências a máxima segundo a qual a Justiça é para todos – todos mesmo. O pedido de um assaltante, preso em flagrante e que decidiu processar a vítima por ter reagido durante o assalto, provocou surpresa até mesmo nos meios jurídicos e foi classificado como uma “aberração” pelo juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo, da 2ª Vara Criminal, que suspendeu a ação. Não satisfeito, o advogado do ladrão, José Luiz Oliva Silveira Campos, anuncia que vai além da queixa-crime, apresentada por lesões corporais: pretende processar, por danos morais, o comerciante assaltado. O motivo: seu cliente teria sido humilhado durante o roubo. Wanderson Rodrigues de Freitas, de 22 anos, se sentiu injustiçado e humilhado porque apanhou do dono da padaria que tentava assaltar. O crime ocorreu no mês passado, na Avenida General Olímpio Mourão Filho, no Bairro Planalto, Região Norte de BH. Por volta das 14h30 de uma terça-feira, Wanderson chegou ao estabelecimento e anunciou o assalto. Ele rendeu a funcionária, irmã do proprietário, que estava no caixa. Conseguiu pegar R$ 45. No entanto, quando ia fugir, foi surpreendido pelo dono da padaria, um comerciante de 32 anos, que prefere ter a identidade preservada. “Estava chegando, quando vi minha irmã com as mãos para o alto. Já fui roubado mais de 10 vezes nos sete anos que tenho meu comércio. Quatro dias antes de esse ladrão aparecer, tinha sido assaltado. Não pensei duas vezes e parti para cima dele. Caímos da escada e, quando outras pessoas perceberam o que estava acontecendo, todos começaram a bater nele também. Muitos reconheceram o ladrão como autor de outros assaltos da região”, conta o comerciante. Ele diz ainda que, para render a irmã, Wanderson escondeu um pedaço de madeira debaixo da blusa, fingindo ter uma arma. “Pensei que fosse um revólver. Quando a vi com as mãos para o alto, arrisquei minha vida e a dela. Mas estava revoltado com tantos crimes e quis defender meu patrimônio. Trabalhei 20 anos para conseguir comprar esta padaria. Nada foi fácil para mim e nunca precisei roubar para viver. Na confusão, chamamos a polícia e ele foi preso em flagrante por tentativa de assalto a mão armada”, conta. O comerciante acha absurda a atitude do advogado. “O que me deixa indignado é como um profissional aceita uma causas dessas sem pensar no bem ou no mal que pode causar a sociedade. Chega a ser ridículo”, critica. Quem parece compartilhar da opinião da vítima é o juiz Jayme Silvestre Corrêa Camargo. Em sua decisão, ele considerou o fato de um assaltante apresentar uma queixa-crime, alegando ser vítima de lesão corporal, uma afronta ao Judiciário. O magistrado rejeitou o procedimento, por considerar que o proprietário da padaria agiu em legítima defesa. Além disso, observou que não houve nenhum excesso por parte da vítima. O magistrado avaliou que o homem teria apenas buscado garantir a integridade física de sua funcionária e, por extensão, seu próprio patrimônio. “Após longos anos no exercício da magistratura, talvez este seja o caso de maior aberração postulatória. A pretensão do indivíduo, criminoso confesso, apresenta-se como um indubitável deboche”, afirmou o juiz. Da decisão de primeira instância cabe recurso. Com 31 anos de carreira, o advogado do assaltante, José Luiz Oliva Silveira Campos, está confiante no andamento do processo. Ele alega que o cliente sofreu lesão corporal e se sentiu insultado e rebaixado por ter levado uma sova. “A ninguém é dado o direito de fazer justiça com as próprias mãos. Wanderson levou uma surra. Ele foi humilhado e, por isso, além dos autos em andamento, vou processar o comerciante por danos morais ”, afirma. Ele conta que há 31 dias Wanderson está atrás das grades, no Ceresp da Gameleira, pelo crime cometido no Planalto. Além de justificar a ação, ele desfia um rosário de teorias. “Não vejo nada de ridículo nisso. Os envolvidos estouraram o nariz do meu cliente e ele só vai consertar com uma plástica. Em vez de bater nele, o dono da padaria poderia ter imobilizado Wanderson. Para que serve a polícia? Um erro não justifica o outro. Ele assaltou, sim. Mas não precisava ter sido surrado”, afirma. O advogado acrescenta que sua tese é a de que Wanderson não estava armado, mas “apenas com um pedaço de madeira de 20 centímetros”. Ele também culpa o governo pelo assalto praticado pelo cliente. “O problema mora na segurança pública. Há câmeras do Olho Vivo pela cidade. Por que o poder público não coloca nas padarias também? Temos que correr atrás de nossos direitos e Wanderson está fazendo isso. Meu cliente precisa ser ressarcido”, diz o advogado.” Tamos ficando igual ao primeiro mundo! – Chato Mor
- 11 de maio: Vasco estréia confiante contra o ABC.
dez
05
2008
Mais perguntas idiotas e respostas cretinasComo e que se faz um monte de velhinhas gritar “Merda”? Por que mandaram embora o enfermeiro homossexual do banco de sêmen? Por que Hitler odiava os judeus? O que é preciso para reunir os Beatles? Um advogado e sua sogra estào em um edifício em chamas. Você só tem tempo pra salvar um dos dois. O que você faz? Você vai almoçar ou vai ao cinema? Michael Jackson vai ao medico logo depois de sua mulher lhe dar o segundo filho. Como é que se chama um traficante armado até os dentes ? Por que o Manoel ficou duas horas olhando fixamente pra lata de suco de laranja?
Um português foi preso numa cela com um leproso. - Olha Chefe, eu cá não sou dedo duro não, porém devo lhe confessar que, o gajoque está na cela comigo, está fugindo aos pouquinhos…
O menino chega correndo em casa, pega a mãe e tranca no armário. 1 hora depois ele vai lá e solta a mãe.
Maria no leito de morte, - Marido, preciso lhe confessar, sabes o nosso filho mais velho ?? Não é teu, Manuel!!! - Minha querida, preciso confessar-te, sabes o nosso filho mais novo?? Não é teu, Maria!!! - Impossível Manuel, pois passei 9 meses gerando em meu ventre, tenho certeza que é meu. - Não Maria, lembra-te daquele acampamento quando o menino só tinha 2 meses. O menino estava todo cagado e tu disseste: “Manuel troca o menino!” Pois eu troquei por um que estava limpinho….
- O senhor faria um favor pra mim? – a exuberante loira pergunta ao seu Manoel, que esta atendendo o caixa da padaria. - Mas é claro! – responde seu Manoel, empolgado – Qual seria esse favor? - O senhor poderia trocar pra mim esta nota de cem Reais por onze notas de dez Reais? - Voce deve estar querendo dizer por DEZ notas de dez Reais. – seu Manoel corrige. - Não! – responde a loira – Assim não seria um favor!
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