preparando a peregrinação que farei esta noite , em Semana Acadêmica( acho isto assaz divertido, eu ,uma fada ,falando a acadêmicas criaturas… ), escolhi este texto que vou contar lá pelo meio do evento.Nada como uma boa história pra abrir mentes e corações.
Partilho-a com vocês.
Um beijo fraterno, Fada Peregrina
O Ovo do Condor
(comentários de Chato-Mor)
Conta-se que vivia em alto ponto nos Andes um condor fêmea.
(Tinha que ser mulher!!!)
Por razões que existem para justificar essa história essa condor estava chocando onze ovos.
(Coitada! O ovo de Condor é grande!)
Sim, onze ovos no mesmo ninho, nas alturas colocado, sob a grande condor protegidos dos ventos gelados. Do nada que eram, possibilidades erráticas, começaram os ovos a se tornar sementes, potenciais seres, os genes misturados, vindos de sua longa estrada traziam consigo o aprendizado de tantas combinações.
(Qual é o problema em falar que vieram de uma boa trapada?)
Num certo momento os ovos começaram a ter um contato telepático entre si.
E passaram a conversar.
(A Condora havia sido abduzida por ETs Com fetiche em aves?)
Sobre o que conversavam? Ora, falavam sobre coisas de ovos, sobre suas fantasias de estar vivendo, da "realidade" que acreditavam viver.
(Coisas como: "Queremos o seu Líder")
Com o passar do tempo os ovos notaram que um estado de limitação, de opressão se estabelecia entre eles. Sentiam um certo desconforto e parecia que o desconforto aumentava com o passar do tempo. Algo os limitava, algo os prendia, mas não sabiam o que.
(Queremos ir ao banheiro!)
Não percebiam que estando se desenvolvendo, era natural que a casca os fizesse sentirem-se presos. Então um entre eles resolveu ser o messias, o que sabia da realidade final das coisas.
(Também conhecido como Pinto Macedo)
- Irmãos, – pregava ele -, tive uma revelação. Descobri a causa de nosso desconforto, de nossa crescente ansiedade.
Silêncio! Aquilo era importante.
- O vitelo, irmãos (o alimento que o pássaro vai comendo enquanto está no ovo) é o vitelo que aumenta nossa tristeza, nossa sensação de desconforto.
(A vontade de ir ao banheiro)
- Sentimos desconforto porque estamos nos tornando mais materiais, mais pesados, temos que nos espiritualizar irmãos, só se nos espiritualizarmos vamos reencontrar a felicidade e leveza perdidas.
(Serviços de Espiritualização! Na minha mão é mais barato!)
Ora, isso era fato, um pássaro no ovo comendo vitelo vai ficando mais pronto e é claro que sente mais os limites do ovo. Mas não sabiam desse fato e a "revelação" do pregador parecia ter total sentido.
(E o Pinto vai crescendo)
Aí criaram o movimento fundamentalista :
"Só comemos vitelo suficiente para não morrer" .
("Isso irmãos, doem o seu vitelo para a nova Igreja do Pinto Santo!")
A nova moda era espiritualizar-se para recuperar o estado anterior de maior leveza e dissolução . Como o crescimento acabou mais lento acreditavam que o pregador lhes revelara sublime verdade e logo declararam:
- Alimentar-se é pecado!
- Ficar mais denso é pecado!
(E o pinto vai crescendo)
Crendo nisso viveram por um tempo numa languides, numa indolência, desnutrida existência, onde a pasmaceira resultante era tida por paz . Mas um dos ovos, sempre tem esse um, revoltou-se contra aquilo.
- Ora, pensava, se sempre me alimentei por que vou deixar de fazer isso agora, me sinto fraco, frágil, vou é comer.
E voltou a comer .
(Pecador! Deixou o Pinto de fora!)
E comendo plenamento sentiu que estava oprimido, é verdade, sentiu limites, mas não deixou se angustiar por isso e descobriu que sentir os limites de sua condição não era necessariamente associado a angústia e a exasperação. Era um condicionamento responder assim. Foi logicamente excomungado da comunidade, mal exemplo a ser negado.
(Ou se está dentro ou fora! Ficar indo e vindo é sacanagem!)
Ovos não conhecem cores, senão teriam dito que ele era um mago negro! Aí se ovos tivessem listas de debates iam debater se magia negra é aquela que manda comer o vitelo e magia branca é o que, em beneficio da espiritualização, manda deixar de comer.
(Tarado do vitelo! Vais queimar na grande frigideira do inferno!)
O fato é que ele continuou a se desenvolver enquanto os outros estavam estacionados.
Certo dia foram todos, telepaticamente, pregar para o rebelde.
(Para com isso ou a gente enche a tua mente de porrada!)
Reparem que no estado de ovos eles não fazem nada, apenas imaginam que fazem. Como ovos não há agir, só fantasia de agir, por isso podem se dedicar as doutrinas mais estapafúrdias e sem nexo e ainda as sustentar por uma vida.
(Quem lê esse tipo de texto também!)
E lá iam pregar, mudar o diferente, o perigoso, o que com seus atos negava o senso comum. E quem nega com atos é sempre mais perigoso que quem nega em teoria.
Converte-lo, salvar sua alma.
(Não tem jeito, vamos botar o Pinto em seu coração, ou em outro lugar!)
O rebelde foi perdendo a paciência com aquela conversa lamurienta, pois sem comer eles não conseguiam mais pensar e ficavam repetindo a mesma frase alegando ter sido revelada pelo grande deus "Ovão".
(Ovão pra PQP!)
Não era um diálogo, era um monólogo repetitivo de frases decoradas contra a argumentação do rebelde, com suas habilidades plenas por estar bem alimentado. O rebelde num movimento brusco, com sua parte mais densa (o bico) quebrou a casca do ovo.
(Era o bico? Pensei em outra coisa…)
Para quem viveu no interior escuro do ovo a luz do dia entrando era trevas e no susto desapareceu do contato telepático com seus irmãos.
(Quem acendeu essa &%#% de luz?)
Terror, o pregador, aproveitador como todo bom pregador já pregou:
- Estão vendo o que acontece a quem desobece os sagrados mandamentos? Vamos rezar ao Ovão irmãos pela alma desse pecador que se perdeu.
(Firme com o Pinto Santo! OVão pra PQP!)
Para eles o rebelde havia morrido.
Mas para o mundo aqui fora, para a condor mãe o primeiro dos ovos vingara e ele nascera.
Tudo era novo. A principio sentiu terror, depois extâse. E quando contemplou aqueles olhos enormes, aquele ser poderoso novo medo.
Quem seria?
O diabo a castigá-lo? Deus a puni-lo por ter contrariado o pregador e se alimentado?
Com os dias o medo deu lugar ao assombro e este ao fascínio de estar vivo.
Nem deus nem demônio, só sua mãe.
(Mãe, quero minha mesada!)
O azul do céu, o sol, os picos nevados, a Mãe Condor que agora lhe dava alimento. Dormia muito ainda, pouco notava das saídas e volta da mãe.
(Serviço de quarto 5 estrelas!)
Noite, estrelas, lua, estava extasiado. Então se lembrou!
Seus irmãos, suas irmãs naquele estado limitado dentro dos ovos, crendo no pregador.
Agora ele sabia que era parte do crescimento sentir desconforto, sentir limites.
Fugir disso era fugir do sair do ovo. Do vir para este mundo, este sim real.
Contou a sua mãe que queria encontrar um meio de falar com seus irmãos e explicar o que descobrira.
(É sabido que os ETs não ficam na Terra porque perdem os seus dons telepáticos)
Ela riu.
- Mesmo que pudesse meu filho, como falaria de céu azul? De vento?
Como falaria dos picos nevados? Quer mesmo ajudar, então te aninha quando fores dormir aqui, junto aos ovos e transmite teu calor, assim podes ajudar que choquem mais rápido.
Mesmo lentamente, um a um os ovos foram sendo chocados e nasciam.
Ao final de algum tempo todos nasceram, quer dizer quase todos.
(Que diferença fez serem onze? Podiam ter sido três!)
O pregador não nasceu, espiritualizou-se tanto que gorou… Nuvem que Passa
(Pena que é só um conto. Na vida real ele é um tipo muito vivo!)
São Francisco – A PC World selecionou os piores produtos de todos os tempos de tecnologia. Confira a lista completa por Dan Tynan.
1. America Online (1989-2006)
Desde que a América Online nasceu da barriga de uma BBS chamada Quantum “PC-Link”, em 1989, seus usuários enfrentaram softwares terríveis, números de dial-up inacessíveis, anúncios agressivos, cobrança questionável, serviço de suporte sofrível e spam para uma vida inteira.
A mais cara entre os concorrentes, a empresa teve sucesso no início ao perseguir os novatos com técnicas agressivas – nos anos 90 não se podia abrir uma revista (incluindo a PC World) ou caixa de correio sem que um CD da AOL caísse dela.
Mas uma vez que a AOL o tinha em suas mãos, o cliente encontrava problemas para se livrar dela. A companhia sofreu diversos processos de clientes que cancelaram o serviço e continuaram a ser cobrados, e pagou US$ 1,25 milhão de dólares em indenização somente a usuários de Nova York.
Quando os clientes começaram a explorar a web de fato, se deram conta da má qualidade dos serviços, e AOL foi sendo gradativamente abandonada. Hoje, a empresa se concentra em se reinventar como provedora de conteúdo e não de acesso. Sua aventura na América Latina terminou em falência e na venda da maior parte das operações, incluindo a do Brasil, que fechou definitivamente as portas no início do ano.
2. RealNetworks RealPlayer (1999)
Uma frustrante incapacidade de tocar arquivos de mídia – em parte por conta da constante mudança de formatos – foi apenas parte dos problemas do RealPlayer. O tocador também tinha o irritante hábito de ficar à vontade no seu PC, se autodefinindo como software preferencial, tomando liberdades com o Windows Registry, abrindo janelas com mensagens chatas que eram mais como anúncios, e por aí vai…
A isso se soma a insistente mania da Real de monitorar os hábitos musicais de seus usuários, com os softwares RealJukeBox, RealPlayer G2 e RealDownload, que lhe rendeu uma avalanche de publicidade negativa. Apesar disso, a empresa ainda merece crédito por ser a primeira a oferecer um tocador de mídia gratuito e por enfrentar a Microsoft. Apreciamos o fato de haver um concorrente ao Windows Media Player, só queríamos que ele fosse melhor.
3. Syncronys SoftRAM (1995)
Em 1995, uma RAM custava de 30 a 50 dólares e as aplicações do Windows 95 demandavam cada vez mais do PC. A idéia de “dobrar” a memória instalando um software de 30 dólares parecia tentadora. Os 700 mil usuários que compraram o SoftRAM certamente achavam isso. Infelizmente, não foi isso que eles receberam.
Na verdade, a única coisa que o SoftRAM fazia era expandir o tamanho do cache do disco rígido – algo que qualquer um com experiência mínima faria sem ajuda nenhuma de software em um minuto. Ainda assim, o ganho em performance era questionável. A Comissão de Comércio dos Estados Unidos considerou o produto “falso e enganador” e a empresa foi obrigada a tirá-lo das prateleiras e pagar indenizações. Em 1999 a empresa faliu e ninguém sentiu sua falta.
4. Microsoft Windows Millennium (2000)
Essa é provavelmente a pior versão do Windows já lançada – ou pelo menos desde os temíveis dias de Windows 2.0. O Windows Millennium Edition (ME) – também apelidado de Mistaken Edition (em português, edição equivocada) – era a continuação do Windows 98 para usuários domésticos.
Logo após sua aparição no final de 2000, os usuários reportaram problemas para instalá-lo, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e até para fazê-lo parar. Fora isso, o ME funcionava muito bem. Seu crédito é ter introduzido funções populares como a recuperação de arquivos – exceto pelo fato de que ele recuperava inclusive arquivos indesejados, como vírus deletados. Esqueça a virada do ano 2000, este é o verdadeiro bug do milênio.
5. Sony BMG Music CDs (2005)
Quando você coloca um CD de música no seu computador, a última coisa que você espera é que ele se transforme em um brinquedo de hacker. Isso é exatamente o que a Sony BMG Music Entertainment fez com seus CDs em 2005. O sistema de proteção à cópia instalava um rootkit, tornando-o invisível até mesmo a antispywares ou antivírus.
Com mais de 500 mil máquinas afetadas, a Sony lançou uma correção ainda mais problemática, recolheu os CDs do mercado, e enfrentou uma enxurrada de processos. Tornar sua máquina vulnerável a ataques – essa não é a função da Microsoft?
6. CD-ROM “O Rei Leão”, da Disney (1994)
Pesadelo do Natal de diversas criancinhas, o CD-ROM do Rei Leão confiava no novo mecanismo gráfico da Microsoft, o WinG, e drivers de vídeo que tinham que ser manualmente configurados. O problema é que a Compaq lançou um Presario com drivers de vídeo que não tinham sido testados. Resultado: quando as crianças foram brincar com seu presente na manhã de Natal tudo que ganharam foi uma tela azul.
7. Microsoft Bob (1995)
Nenhuma lista dos piores estaria completa sem o primo idiota do Windows, o Bob. Desenvolvido como uma interface social para o Windows 3.1, o Bob era uma sala de estar com diversos objetos clicáveis e uma série de personagens animados, como o Gato Chaos e o Rato Scuzz que o conduziam por uma pequena suíte de aplicativos. Felizmente, o Bob foi enterrado com a chegada do Windows 95, embora alguns personagens – como o clipe animado de papel – tenham sobrevivido para perturbar os usuários.
8. Internet Explorer 6 (2001)
Cheio de recursos, fácil de usar, e um convite mortal a hackers e outros delinqüentes digitais, o Internet Explorer 6.x é provavelmente o software menos seguro do planeta. O software era tão perigoso que em 2004 o Computer Emergency Readiness Team (CERT) tomou a drástica medida de aconselhar os usuários a usarem qualquer navegador menos o IE.
9. Pressplay e MusicNet 2002
Duas das primeiras iniciativas da indústria musical para oferecer conteúdo online mostraram que as gravadoras não entendiam do negócio. O PressPlay cobrava 15 dólares por mês pelo direito de ouvir 500 músicas de baixa qualidade, baixar quarenta faixas e gravar um CD com 10 músicas. A idéia nem parecia tão ruim, até se descobrir que nem todas as faixas podiam ser baixadas e só era possível gravar duas músicas de cada artista.
O MusicNet custava 10 dólares por mês para ter acesso a 100 músicas para streaming e 100 downloads, mas cada download expirava em 30 dias. Muitos downloads ilegais depois, uma empresa de fora – a Apple, com seu iTunes – mostrou a gravadoras o jeito certo de vender música digital.
10. Ashton-Tate dBASE IV (1988)
Nos primeiros dias do PC, dBASE era sinônimo de banco de dados. Ao final dos anos 80, o produto da Ashton-Tate tinha 70% do mercado. Tudo mudou com o dBASE IV. Terrivelmente lento e com mais buracos que uma peneira, o produto de 795 dólares foi um desastre.
11. Priceline – venda de gasolina e comestíveis (2000)
A Priceline desenvolveu um modelo de negócios no qual você dizia o quanto você queria pagar. Ele funcionou bem com passagens aéreas, aluguel de carros e hotel, mas não com venda de gasolina e produtos comestíveis.
12. PointCast Network (1996)
Vamos voltar a meados dos anos 90, quando uma tecnologia chamada “push” iria revolucionar a internet. Em vez de surfar na web em busca de notícias e informação, as aplicações “push”, como a PointCast Network, levariam as informações personalizadas até o seu desktop.
Mas logo a tecnologia “push” se mostrou um desastre, à medida que consumia muita banda, em uma época que as conexões ainda eram discadas e lentas. Além disso, serviços e aplicações novas, como a RSS, ganharam espaço.
13. IBM PCjr. (1984)
A tentativa da IBM de desenvolver um computador barato para as casas e escolas transformou-se em uma idéia órfã desde o seu início. A razão: o grande sucesso de um parente seu, o IBM PC. Dois anos depois, saiu de cena para nunca mais voltar.
14. A celebração do 10º aniversário da Gateway 2000 (1995)
Depois de uma década como um dos principais fabricantes de computadores do mundo, os donos da Gateway quiseram celebrar com uma configuração especial de seus PCs.
Mas o que se viu foi um computador que não cumpria suas promessas. A placa de vídeo era uma versão inferior do que as pessoas pensavam que estavam comprando, os alto-falantes sorround, na verdade, também não tinha esse recurso e o CD-ROM de 6x funcionava em 4x ou mais lento.
15. Iomega Zip Drive (1998)
Clique-clique-clique. Esse era o som dos dados morrendo em milhares de drives Iomega Zip. Apesar de a empresa vender mais de 10 milhões de unidades dos drives Zip e Jaz que funcionavam perfeitamente, milhares deles morriam misteriosamente.
A Iomega ignorou o problema, o que causou a fúria dos usuários e uma ação na Justiça em 1998, que terminou com um acordo três anos depois. Atualmente, os drives Zip e Jaz foram ultrapassados por mídias como o CD e DVD, mais baratos, mais rápidos e com mais capacidade para gravação de dados.
16. Comet Systems Comet Cursor (1997)
Agradeça o Comet Cursor pela introdução dos spywares. Ele tinha uma única proposta: transformar o cursor de seu mouse em uma imagem engraçadinha, como o Bart Simpson, Dilbert ou outros milhares de ícones. Mas o Comet tinha outros hábitos não tão engraçadinhos assim.
Ele secretamente instalava-se no Internet Explorer quando você visitava certos tipos de sites ou instalava outros tipos de software, como o RealPlayer 7. Algumas versões “seqüestrava” o assistente de busca do IE ou travava o browser.
Apesar de a Comet insistir que o programa não era um spyware, milhares de usuários não concordavam. O Comet System foi comprado por uma companhia de publicidade pay-per-click chamada FindWhat em 2004.
17. O Macintosh “portátil” (1989)
Em 1989, a Apple ofereceu um Macintosh “portátil” de 10 centímetros de espessura com peso de 7,2 quilos. A bateria contribuía para o “peso leve” do notebook da Apple. Precisa dizer mais?
18. IBM Deskstar 75GXP (2000)
Rápido, grande e pouco confiável. Este disco rígido de 75 GB foi logo batizado de “Deathstar” (Estrela da morte) pelo seu hábito de falhar e levar consigo todos os seus dados.
Depois de um ano de seu lançamento, a IBM enfrentou uma ação na Justiça, contra usuários que alegavam que perderam dados em razão do Deskstar. Em 2002, vendeu a sua divisão de discos rígidos para a Hitachi.
19. OQO Model 1 (2004)
O OQO Model 1 chama-se a si mesmo como “o menor computador XP do mundo”. E isso era uma grande parte do problema. Você precisava de um bom par de óculos para ler os ícones e textos em sua tela de 5 por 3 polegadas. O teclado era muito pequeno para acomodar, pelo menos, dois dedos adultos.
20. DigitalConvergence CueCat (2000)
Ele apareceu no final da bolha de internet. O CueCat tinha função de ajudar os leitores de revistas e jornais a achar os web sites de anunciantes (provavelmente porque aparentemente devia ser muito difícil digitar www.pepsi.com no seu browser).
A companhia por trás do equipamento, a DigitalConvergence, enviou cartas para milhares de assinantes de revistas e jornais. Os leitores tinham de conectar o equipamento a um computador, instalar alguns softwares, escanear o código de barras dentro dos anúncios e, dessa forma, irem para o web sites dos anunciantes.
Outro “benefício”: a companhia usava o equipamento para juntar informações pessoais sobre seus usuários.
21. Eyetop Wearable DVD Player (2004)
Algumas coisas não foram feitas para se usar caminhando ou dirigindo e uma delas é assistir DVDs. Infelizmente, a mensagem não foi compreendida pela Eyetop.net, fabricante do Eyetop Wearable DVD Player.
O sistema compreendia um DVD player portátil acoplado a um par de óculos escuros com uma minúscula tela LCD de 320 x 240 pixels direcionada ao olho direito. A tela deveria simular um monitor de 14 polegadas, mas infelizmente, a única sensação que o Eyetop reproduzia era um certo enjôo.
22. Apple Pippin @World (1996)
Antes do Xbox, do PlayStation e do DreamCast, havia o Pippin, da Apple. O quê? É isso mesmo – a Apple tinha um console de games compatível com acesso à internet que era conectado à televisão. No entanto, o produto rodava em um processador PowerPC fraco e portava um modem de apenas 14,4 Kbps, o que o tornava estupendamente lento, tanto online como offline.
Para completar, o Pippin era baseado no sistema operacional Mac OS, e quase nenhum game estava disponível para esta plataforma. O console ainda custava 600 dólares – quase o dobro do preço dos concorrentes, mais poderosos.
23. PCs gratuitos (1999)
No final dos anos 90, empresas competiam para atrair a atenção dos consumidores aos PCs gratuitos. Tudo o que você precisava fazer era uma assinatura e então um microcomputador eventualmente apareceria na porta da sua casa. Entretanto, sempre havia uma pegadinha: você tinha de assinar um contrato de longo prazo com um provedor de acesso à internet, ou então tolerar uma enxurrada de anúncios online invadindo sua tela, ou ainda liberar suas informações pessoais à indústria.
A Free-PC.com deve ter sido a mais apavorante de todas. Primeiro, você preenchia um amplo cadastro incluindo dados como renda, bens, raça, estado civil e muito mais. Depois você tinha de passar pelo menos dez horas por semana no computador e pelo menos uma hora navegando na internet pelo provedor do Free-PC.
Em troca, você ganhava um PC básico Compaq Presario, com quase um terço da tela coberto por anúncios. Além disso, enquanto usava seu PC, a Free-PC o observava gravando todos os lugares por onde você surfava na rede, os softwares utilizados e sabe-se lá mais o que.
Não podemos dizer se a idéia levaria a algum tipo de Big Brother, porque um ano após o lançamento, a Free-PC.com se fundiu à eMachines. Neste período, outros fornecedores concluíram que o modelo do computador “grátis” não se pagava.
24. DigiScents iSmell (2001)
Em 2001, a DigiScents lançou o iSmell, um utensílio que plugado na porta USB de seu PC, emitia aromas adequados a determinados sites de produtos, como perfumes no Chanel.com, ou salgadinhos de queijo no Frito-Lay.com. Mas os internautas céticos torceram o nariz para a idéia, tornando o iSmell um belo exemplo de ‘vaporware’.
25. Sharp RD3D Notebook (2004)
Como o primeiro notebook 3D “auto-estéreo”, o RD3D da Sharp deveria mostrar imagens tridimensionais sem a necessidade de óculos apropriados. No entanto, o efeito real estava mais para “auto-enxaqueca”.
Quando você apertava o botão para ativar o modo 3D, a performance do notebook diminuía e o efeito era notado somente por um ângulo bem específico. Se o usuário movesse a cabeça, o visual desaparecia. Talvez os engraçados óculos 3D não fossem tão ruins assim.
Dan Tynan é editor da PC World, em São Francisco.
O consumidor quer “um estado de espírito” – Revista Amanhã
O mundo passa por uma crise de evolução. O corpo humano é físico e foi
criado para viver no plano físico – mas o fato é que as pessoas dispensam
cada vez mais atenção a tudo que é virtual. E é neste cenário de ruptura de
paradigma que se insere o consumidor do futuro, conforme explicou a
norte-americana Melinda Davis, autora do best-seller “A Nova Cultura do
Desejo”, durante o evento “Os novos sujeitos”, realizado nesta terça-feira
pela ADVB-RS em Porto Alegre. “Vivemos num mundo que eu chamo de
imaginacional. Não é fantasia, mas também não é a realidade física. Passamos
grande parte do nosso dia na frente de uma tela de computador ou de uma
televisão”, explica Melinda. O resultado dessa mudança é a confusão mental.
O consumidor de hoje enfrenta uma batalha dentro da sua própria mente: ele
não entende com clareza o mundo que o cerca. “A mudança para o mundo mental
nos estressa. Nosso cérebro nunca foi tão bombardeado com tantas
informações”, constata Melinda. Nesse contexto, a primeira reação dos
consumidores é sentir raiva – o que explica o sucesso de filmes e jogos
violentos, ou de músicas de estilo mais agressivo, como o hip hop. Num
segundo momento, porém, acontece um acomodamento à nova situação e uma busca
por alternativas para compensar o estresse. É quando o consumidor passa a
perseguir o bem-estar, melhorando seu estado de espírito. “A maior
preocupação das pessoas, hoje, é encontrar a felicidade. Elas buscam a
‘cura’ para o seu estado espírito”, detecta Melinda. Segundo ela, as marcas
que souberem satisfazer esse desejo é que terão sucesso. Nos Estados Unidos,
já há companhias aéreas e empresas automobilísticas associando sua imagem à
ioga e à meditação. O que elas vendem é a idéia de que são o “veículo” que
leva o indivíduo ao merecido descanso. Até uma indústria de carne de porco
utilizou no seu anúncio a frase “no-stress day”, ou “dia sem estresse”,
associando o seu produto a uma alimentação leve e saudável. “As pessoas não
comprarão coisas, mas o estado de espírito que elas proporcionam”, prevê a
especialista.
Simone Fernandes
—————————————————-O
Obrigado pela dica. Eu NÂO vou comprar o livro dela. Este resumo mostra que ela, se não está confusa, está tentando nos confundir! O consumidor segue a moda, yoga, meditação, evangélicos, no momento copa do mundo, etc… Moda.
Hip hop agora é moda. Jogos violentos agora são moda. Antigamento os culpados eram o Rock e a juventude transviada. E não haviam computadores. Moda.
Para mim “Imaginacional” e “estelionato” são sinonimos.
Chato-mor
Amados de todas as Sagradas Direções,
há tempos faço diariamente esta meditação e costumo conduzí-la por onde me levam minhas peregrinações. Partilho-a alegremente com vocês.É muito indicada para o despertar da intuição, entre outras serventias.
(Ou seja, ela enche o nosso saco todas as manhãs, no melhor do sono)
Beijos fraternos, Fada peregrina
Ponha, se puder, uma música instrumental , coloque um perfume no ar. Pode ser um incenso ou qualquer outra maneira de aromatizar o ambiente.
(Ouça um funk enquanto estiver no trono se livrando da feijoada)
Sente-se confortavelmente . Respire fundo. Uma , duas , três vezes… sinta o ar espalhar-se pelo seu corpo.
(funcona melhor se tu prender o ar por uns minutos: Que alívio depois!)
Agora, imagine uma pequena esfera de luz dourada surgir mansamente no centro de sua cabeça. Dourada.Intensa . Quente . Vibrante. Deixe esta esfera crescer , espalhar-se por todo o espaço dentro de sua cabeça.
(Dourada,intensa e quente, ok. Mas vibrante?)
Agora , que todo o espaço dentro de sua cabeça está invadido por esta luz, deixe que ela escorra até o centro de seu coração. Sinta seu coração se aquecer ao toque amoroso desta luz. Aproveite o momento e manifeste sua gratidão ao seu coração pelas incontáveis batidas com que tem sustentado sua vida.
(Ele tem mais é que trabalhar, senão morre também)
E , agora , peça-lhe que envie a cada novo pulsar , esta luz dourada, intensa , quente , vibrante à intimidade de todo o seu corpo. Deixe que ela percorra , invada , cada órgão , cada tecido, cada pequena célula, cada pequena porção de energia que formam seu corpo. E onde ela for chegando que seja mensageira de sua gratidão.
(Estou sentindo… estou sentindo… )
Quando perceber todo seu corpo tomado , preenchido por esta luz, num pulsar mais forte de seu coração , traga-a para além dos limites impostos pro sua pele. Vista-se de luz para celebrar a festa que é o viver.
(A feijoada saiu!!!)
Boa Jornada a todos.
(Jornada? Nada mas adequado, já que ela descreveu o que aconteceria com alguém que ficasse embraixo de um cadinho de uma siderurgica em pleno funcionamento. Jornada para o além!)
O que foi que nos aconteceu? No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor, “explicáveis” demais. Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira.
(Inédita? Jabor, de que planeta voce veio?)
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada, broxa.
(“Os que estão no poder podem mentir porque sabem o que estão fazendo.” – Platão,em A República.)
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos. Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes , as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não se responsabiliza por suas ações. Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder. Este governo é psicopata.
(A quadrilha já estava lá. Só mudaram os beneficiários. Mais incompetentes dessa vez.)
Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão na bunda. A verdade se encolhe, humilhada, num canto.
(Todo escrito é um pouco autobiográfico. Acho que passavam a mão na bunda do Jabor quando criança…)
E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de “povo”, consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações “falsas”, sua condição de cúmplice e comandante em “vítima”. E a população ignorante engole tudo.
(O Genoíno deve ter lido Platão pro Lula)
Como é possível isso? Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os
crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade. Só daqui a dois anos
serão julgados os indiciados – nos comunica o STF. Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e
regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira desse governo. Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito…
(Por isso seu texto está aqui. Voce também é um chato)
Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: “Denunciar para quê, se indignar com quê? Fazer o quê?”. A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua. Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo . A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos! Pior: que os fatos não são nada – só valem as versões, as manipulações.
(Engraçado como ele enfia “blog” no meio, pra parecer moderninho…)
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
(Não. O Jefferson pensou: “Sobrou pra mim! Agora vou é jogar a merda no ventilador!”)
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos Correios e o parecer do procurador-geral da República. São verdades cristalinas, com sol a pino. E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de “gafe”. Lulo-petistas clamam: “Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?”.
(Claro. Afinal, eles recebem o mensalão pra que?)
Sempre que a verdade eclode, reagem. Quando um juiz condena rápido, é chamado de “exibicionista”. Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de ”finesse” do governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando…
(Foi falta de educação, pô!)
Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido. Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para coonestar seus crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo. Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em “a favor” do povo e “contra”, recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o “sim” e o “não”, teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional. A esquematização dos conceitos, o empobrecimento da linguagem visa à formação de um novo ethos político
(Será que isso quer dizer o fim do blog do Jabor??)
Desde que ouvi pela primeira vez esta frase algo me tocou muito.
Geralmente pensava que eu era um ser humano em busca de espiritualização, mas refletindo sobre a frase acima, penso que é a experiência de ser humano que me ajuda na minha espiritualidade.
Deus nos dá todas as ferramentas que precisamos para evoluir cada vez mais e Servi-lo. Quando temos gratidão e amor pela família, amigos, parentes, conhecidos, colegas de trabalho, pessoas que nos cercam, trabalho, moradia, dinheiro, enfim, tudo que nos cerca, sabendo que é uma Dádiva Divina, abre espaço para mais Dádivas chegarem.
Existem, como marés, altos e baixos, seja no nosso humor, seja no nosso cotidiano, mas também são necessários para nossa evolução.
Que sua existência possa ser cada vez mais iluminada e feliz.
Outra frase que também é bem reflexiva: "quando nasceste, só você chorava e todos sorriam, viva sua vida de modo que quando morreres, todos chorem e você sorria".
Só você, com seu livre arbítrio, pode determinar o que seu coração vai querer para você e sua vida, lembrando que, como Olair Ribeiro fala "a gratidão é a mãe de todos os sentimentos".
Beijos e um ótimo final de semana.