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Piadas, críticas e histórias para encher a sua paciência!
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Archive for ‘Chatos’ Category
A versão de quem perdeu: A versão de quem ganhou: Ficou famoso. Fez uma turne. Fez escola.
Ele foi embora mais promete voltar.. Como de costume, mais uma segunda, estava eu num vagão lotado do Metrôo vindo da Pavuna para o Centro do Rio de Janeiro. Eis que em meio à massa de gente surge uma voz: - Gente, por favor, prestem atenção! Não sou político, nem nada. Sou só mais um trabalhador sofrendo esta situação deprimente de pegar este tipo de trasporte que já foi tão bom. Estou indiginado com a nossa situação! Temos que fazer alguma coisa! Imediatamente começa o zum-zum-zum e o pessoal a reclamar do chato: - É cada um que me aparece! - Só faltava essa! - Já não basta pegar essa porra lotada, ainda tem que aturar esses malucos! Mas o “maluco” não desistia: - É um absurdo que continue esta situação! São 600.000 passageiros por dia! Já pensaram quanto dinheiro essa gente ganha com nosso sofrimento! E como carioca gosta de uma zona, teve um que gritou: - Vamo taca fogo, intão!!! - Alguém tem um fósforo aí? - Não gente! Queima o próximo que eu tenho que chegar no trabalho! – disse uma moça. Ao que o “maluco” responde: - Não é por aí. Tem que ser de forma pacífica. - Como, então? Perguntou a moça que tinha que chegar no trabalho. - Podemos fazer um grupo de cinco ou seis pessoas e sairmos juntos na estação gritando: “Inha,inha, inha! Metro não e sardinha”. O povo caiu na gargalhada, mas ele não desistiu: - Ou então “Assim não tá legal! Cabral pega no meu… pé!”. - Melhor “Metro não é… cocô”! E se segue uma infinidade de possíveis palavras de ordem que poderiam ser usadas. O “maluco” distribui umas folhas xeroxadas de páginas de jornais, mais textos no verso em que quase todo parágrafo termina com “compromete a rapidez, o conforto e a segurança”, entre outra informções pertinentes. Com a clara intenção de fazer o povo reagir contra o Metrô. Depois da estação Central, nenhum grupo foi formado e cada um foi saindo, seguindo seu caminho para o trabalho comentando com algum colega como sua longa viagem foi divertida. E só. E cotinuamos como sardnhas. Carioca não leva nada a sério mesmo… jun
21
2010
Como a British Petroleum resolve seus problemasfev
26
2010
Imposto de Renda – Declaração de dependentesDECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS – PESSOA FÍSICA. RELAÇÃO OFICIAL DOS_MEUS DEPENDENTES: 01) Governo Federal – IR, CPMF etc.;
O texto acimo foi retirado da Revista Consultor Jurídico (aqui). Este caso me lembrou de outro semelhante, mas muito mais legal, que ocorreu na Embratel: O cliente grosso como uma tora de baobá – mas provalvelmente com razão porque na época o mercado de telefonia estava abrindo e tudo estava meio confuso e a Embratel ainda estava metida naquele rolo da WordCom, de falsificação dos livros contábeis – deixou o atendente tão fulo da vida que este alterou o nome do cliente de “Fulano Filho” para “Fulano Filho Da Puta”. A sacanagem se propagou por todos os sistemas da empresa até a fatura chegar na caixa de correio do cliente com um belo “Fulano Filho Da Puta” no remetente. O cliente, claro, acionou e levou uma grana da empresa. O atendente foi demitido com justa causa, mas talvez sentindo-se vingado. Se voce sabe de algum outro caso como esse, comente aí! Umas das histórias mais comentadas de 2009 foi sobre a viad… o alvoroço que os alunos da Uniban causaram só por causa de um vestido curto. Por causa deles temos mais uma “semcerébridade” (patente de palavra requerida) na mídia. Tinha que ser criação de paulista! Nas salas de aula cariocas ninguém iria se importar! Vestido curto? Se já houve até strip-tease! (Não preciso citar fontes. Vi ao vivoe à cores! E inclusive é isso o que eu acho! – Chato Mor.
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