Archive for ‘outubro, 2009’

Transa na Arca de Noé

datePosted on 15:10, outubro 14th, 2009 by Chato Mor

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Na Arca de Noé, a bicharada logo que entrou, danou a transar. Noé baixou uma lei em que os animais só poderiam transar em dias marcados. Para isso, entregou uma fichinha para cada um dos animais contendo dia e hora para o ato.

O macaco (sempre o macaco) passou pela macaca, e, no meio de outros animais
disse:

- Quarta-feira, 3 horas você vai sofrer!

A macaca ficou envergonhada. Logo depois, de novo, lá vem o macaco, e no meio de outros bichos:

- Quarta-feira, 3 horas você vai sofrer.

Ela, aborrecida, foi reclamar para Noé.

- Noé, o macaco, toda hora que me encontra fala pra toda bicharada ouvir que quarta-feira, 3 horas, eu vou sofrer. Eu sei que quarta, 3 horas, vamos  transar, mas não precisa ficar anunciando aos quatro ventos.

Noé foi falar com o macaco, repreendendo-o, quando ouviu por resposta:

- Desculpe-me Noé, mas ela vai sofrer mesmo. É que eu perdi a minha fichinha pro jumento no jogo de truco.

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Cocôzinho dourado da sorte

datePosted on 10:48, outubro 13th, 2009 by Chato Mor
No Japão, muitos documentos oficiais, como certidão de casamento ou documentos bancários,  ainda exigem um inkan – um carimbo com o nome da pessoa em ideogramas, único para cada pessoa -  ao  invés da assinatura, obrigando que as pessoas o carreguem para todo lado.  Bem uma empresa inovou e vende os tais carimbinhos em forma de um cocôzinho dourado, para dar sorte.

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Eu acho que a filosofia oriental acertou de novo já que contratos matrimoniais e documentos bancários volta e mais dão merda…

Mas a idéia pode dar um bom filme: imagine que um milionário ou o Imperador do Japão, tem o seu carimbinho roubado e alguém pede resgate. O título seria: O Rapto do Cocôzinho Dourado…

Fonte: TokyoMango

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Numerologia escatológica

datePosted on 17:17, outubro 9th, 2009 by Chato Mor
Eu estava pensando (sentado no trono, é claro) em como a natureza é geralmente muito mais complexa do que costumamos perceber. Vejam voces, passamos a numerar nossas secreções fisiológicas para fornecer à ansiosa e angustiada pessoa do lado de fora do banheiro um modo que ela pudesse determinar o prazo no qual supostamente concluiremos a tarefa imposta por nossos corpos durante a produção dos resultados de nossa fisiologia, mas sem apelar para palavras grosseiras. Assim nasceu a pergunta: “É número um ou número dois???”. Mas como já disse, a natureza não é tão simplória para que pudessemos encaixar em apenas duas opções todo o roll de secreções possíveis e usuais que produzimos devido ao nosso metabolismo animal. Sendo assim, poderiámos facilmente aumentar esta lista numerada.

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Neste conceito, penso (enquanto olho os dizeres e as marcas verdes na parede do banheiro) que eu gostaria de estabelecer alguns critérios, pois se contarmos com todas as substâncias que produzimos a lista seria enorme, basta contar com a quantidade de glândulas que possuimos. Em primeiro lugar, acho que a nova lista deve manter o propósito original: invocar um sentido de tempo ou emergência e dificuldade de produção, para se possa estabelecer prazos ou conferir um senso de identificação com o outro, provocando uma maior tolerância à desagradável condição do produtor. Assim, estariam logicamente excluídas substâncias como sangue, anticorpos e similares, já que para produzi-los não atrapalhamos ninguém nem precisamos de um local específico fora dos olhares curiosos. E não teria sentido dizer “Estou produzindo adrenalina, saio num instante!”. Logo, decidi que o melhor é mantermos nossa atenção apenas aos produtos que nossos sentidos possam perceber.

Outro ponto vem a ser o caráter social. Existem substâncias que produzimos em público e que em na maioria das vezes são plenamente aceitas nas rodas sociais. Um exempo é o suor, uma vez que pode gerar sentimentos de identificação, pois os demais indivíduos entendem de que também produziriam suor nas mesmas condições. Outro é o leite materno ou o gás carbônico. Em ambos os casos, ninguém se tranca em um cubículo para produzi-los. Também Vamos deixar o tempo usado para o banho por de lado estar fora dos escopo desta análise. Também, a princípio não pretendo incluir substâncias geradas em condições raras ou de afeções como o pus, pois afinal não sou médico e não saberia nem como começar a listá-las.

Tendo estabelecido estas condições podemos começar a nova lista:

Número 0: Flato.
Achei bastente feliz esta associação, uma vez que a produção de metano está perfeitamente alinhada com os produtos numerados originais. Além disso zero remete a nada e a flatulência é quase isso (e por isso é perigosa no meio social).

Número 1: Urina.

Número 2: Fezes.
Nenhuma novidade aqui, pois para aumentar a aceitação geral, preferi por não alterar a numeração existente.

Número 3: Muco nasal.
Esse é o que apresenta maior versatilidade, pois afeta o tato, o olfato e o paladar (Salgadinho. Nham, Nham!) pode ser gerado por mais de um oríficio corporal e apresenta-se em vários níveis de consistência. Assim como os anteriores é possivel ser gerado espontaneamente contra a vontade do produtor, sob determinadas condições ou dependendo da situação, o produtor pode gerar sons muito altos durante a sua produção. Mesmo a produção mais comum (“limpeza do salão”) como é condenável quando feita socialmente, está fadada a ser realizada no banheiro. A nova numeração pode facilmente substituir o termo infantil (“tirar meleca”).

Múmero 4: Êmese.
Embora esta não seja comumente uma única substância, pois geralmente é formada por várias, que em geral não deveriam sair do corpo deste modo, acredito que possa constar na lista, uma vez que remete à mesma situação: ocupa tempo no banheiro. Além disso, para todos os efeitos, sensíveis, é um único ato (“chamar o Raul”). Afinal de conta se formos analisar quimicamente nenhum produto é feito de uma única substância afinal.

Múmero 5: Fluido lacrimal.
Antes dos protestos sobre esta inclusão na lista, pois afinal de contas, chorar é socialmente aceitável, quero esclarecer que assim como o muco nasal, esta se apresenta em mais de uma forma: a lágrima e a remela. Como ambas podem fazer com que o produtor se tranque no banheiro, está mais do que justificada a sua participação nesta lista.

Número 6: Cerume.
Aqui a produção é constante, mas as vezes a limpeza não. Mas como soma no tempo de uso do banheiro,embora pouco, está dentro.

Número 7: Fluidos genitais.
Inicialmente, me esqueci deste porque a minha adolescência já passou a muito tempo. Porém, é fato que é um dos produtos que mais demora a ser produzido, pois exige tempo e esforço, por isso mesmo é um dos grandes tomadores de tempo no banheiro. Agora voce pode responder às insistentes batidas na porta: “Estou fazendo número 7, mãe!”.

—-

No momento não me lembro de outras que se adequem a esta lista. Assim, peço a gentileza dos senhores leitores que me auxiliem nesta tarefa de utilidade pública de suma importância.

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Um ano de crise

datePosted on 08:23, outubro 8th, 2009 by Chato Mor

Fonte: O Globo

Se não for para investir, não tome empréstimo, porque zé mané o governo não salva… Chato Mor

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Olimpiadas 2016: Pensamento carioca

datePosted on 21:33, outubro 7th, 2009 by Chato Mor
“Em 2014, Copa do Mundo.
Em 2016, Olimpíadas.”
Os cariocas estão pensando em “enforcar” 2015 …

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“Em 2014, Copa do Mundo.

Em 2016, Olimpíadas.”

Os cariocas estão pensando em “enforcar” 2015 …

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Ou “fechar o comércio” talvez.. -Chato Mor

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Olimpiadas 2016: Placas para os gringos

datePosted on 08:41, outubro 6th, 2009 by Chato Mor

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Olimpiada 2016 no Rio de Janeiro!

datePosted on 21:54, outubro 5th, 2009 by Chato Mor
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